Filhos, como não amar e se surpreender a cada segundo

Filhos… como não amar e se surpreender a cada segundo.
SIM! Eu disse segundos. Hoje vivi uma experiência linda da maternidade, só não sabia (inocente) que viria tão rápido e de uma forma tão concreta.

A Juju, nesse início de ano veio com muitas novidades, escola, alegrias, alergias, gripes, viroses, dentes, tagarelice, gaiatices, amadurecimento…

No processo de adaptação, desde o primeiro dia de aula, vamos trabalhando da seguinte forma:
Filha, a mamãe vai trabalhar, você vai ficar com a tia e seus amiguinhos e quando o sino tocar eu venho lhe buscar ou o vovô e a vovó vão estar aqui.

No começo tinha choro, lágrimas de crocodilo… com o passar dos dias as lágrimas diminuindo, às vezes tinha um choramingo, até que as lágrimas foram embora e vinha um aperto, um agarrado nas pernas e um tchau de vez em quando… depois veio o “tá, mamãe!”

Ela ficou dodói e passou quase uma semana sem ir pra escola, em casa foi notória a saudade que ela esboçava ao falar nas tias, nos amigos, na escola. Ontem à noite eu fui prepará-la psicologicamente para voltar ao colégio, falei do Jabuti, das tias, da salinha, da boneca que fica na escola, mostrei fotos dos amiguinhos, ela ficou super empolgada e dormiu.

Hoje tudo começou ao acordar!! (processo de maturidade)

Eu: Bom dia meu amor! Está na hora de acordar!
Ela prontamente deu uma leve espreguiçada e já levantou falando: “coégio” mamãe!, a tia, a Helena… e foi falando o nome de quase todos da salinha….
Tomou banho, se arrumou com a ajuda da mamãe, super empolgada (Ela tinha um brilho no olho, lindo).
Pegamos um engarrafamento, quando chegou na rua da escola… (ela conhece o muro) já saltou com um grito de felicidade, seguido de palmas “coégio, coégio”
Finalmente, chegamos!
Até chegarmos à sala, falei o de sempre….
Já na porta da sala, quando a tia abriu o portãozinho… ela correu para os braços da Tia, sem olhar pra trás, sem dar tchau.

Minha pequena experimentou a saudade e viveu a alegria do reencontro… e eu chorei pela primeira vez nesse processo de escola.

Que Deus me dê a graça de te ensinar que as coisas mais simples, de saber que um abraço apertado de um amigo que amamos, é capaz de curar tudo.

Que Nossa Senhora te proteja hoje e sempre, minha pequena.

Juliana Gurgel                    

Uma Filha amada de Deus, cearense com uma veia paulistana, casada, mãe, turismóloga, sonhadora, realista, em processo contínuo de construção. Voluntária em projetos da Igreja Católica e envolvida com os movimentos de Jovens Empresários, empresária, produtora de eventos por amor e vocação, apaixonada pela vida e louca por viver cada dia próxima dos que ama e ajudando nos detalhes a fazer um mundo melhor.

Muitas Marias apresenta artigos originais sobre o cotidiano feminino. Saiba como enviar seu texto clicando aqui ou escreva para  contato@muitasmarias

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